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Artigos sobre Manutenção Industrial e Gestão de Ativos

Engenharia de confiabilidade: O que é e por que é importante?

Luan Santos
Escrito por Luan Santos em 19 de janeiro de 2022
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A engenharia de confiabilidade é uma área que, quando aplicada na manutenção, aumenta a competitividade da empresa. Isso porque ajuda a reduzir riscos na produção, previne falhas e garante a entrega de produtos e serviços com qualidade.

Mas, será que todas as empresas aplicam essa engenharia na manutenção?

Veja, neste post, o que é engenharia de confiabilidade, por que ela é importante para a manutenção de ativos e quais ferramentas podem ajudar na estimativa de riscos e prevenção de falhas.

Engenharia de confiabilidade

O que é engenharia de confiabilidade?

Para o Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), a engenharia de confiabilidade é a área que otimiza a confiabilidade de um ativo, aumentando sua vida útil.

O profissional responsável estima os riscos, aplica fórmulas para calcular a probabilidade de falhas, e elabora ações preventivas para impedir que problemas em máquinas e equipamentos interrompam o processo de produção.

Algumas empresas optam por contratar engenheiros formados para cuidar dessa atividade, uma vez que envolve uma série de cálculos, análises de confiabilidade e elaboração de estratégias. Porém, a equipe de manutenção também pode aprender sobre a prática e aplicá-la no setor.

Engenharia de confiabilidade: por que é importante e quais seus benefícios?

A engenharia de confiabilidade é importante porque ajuda a impedir falhas e garantir a confiabilidade dos ativos no campo fabril. No entanto, essas não são as únicas razões para aplicar a atividade dentro do setor de manutenção.

Abaixo listamos todos os benefícios que a engenharia de confiabilidade pode trazer para a sua empresa. Confira!

1. Aprimora processos

A engenharia de confiabilidade usa a estimativa de riscos, cálculo de probabilidade e prevenção de falhas para assegurar o bom funcionamento do ativo. Isso significa que ajuda a aprimorar processos de fabricação, pois a empresa consegue identificar os problemas mais cedo e aplicar ações estratégicas para solucioná-los.

2. Aumenta a satisfação do cliente

Uma vez que ajuda a garantir o bom funcionamento dos ativos, a empresa consegue cumprir todos os prazos de entrega e oferecer produtos com qualidade. Isso reflete na satisfação do cliente, que tem as necessidades atendidas e passa a enxergar a empresa como uma parceria confiável.

3. Reduz custos

A manutenção corretiva é uma das modalidades mais custosas para a empresa. A engenharia da confiabilidade, entretanto, pode ajudar o setor de manutenção a reduzir esses custos, já que impede a ocorrência de falhas e melhora o funcionamento dos ativos.

4. Produz itens com maior qualidade

A engenharia de confiabilidade contribui para que máquinas e equipamentos funcionem corretamente. Isso significa que a empresa não corre mais o risco de produzir itens defeituosos ou com baixa qualidade. Nem perder vendas por falta de excelência nos produtos.

5. Gera vantagem competitiva no mercado

Uma vez que acelera os processos, reduz os custos de manutenção, aumenta a qualidade das mercadorias e garante a satisfação dos clientes, a empresa passa a ter um diferencial extremamente competitivo no mercado. Assim, sobressaindo à concorrência.

3 ferramentas para simplificar a engenharia de confiabilidade

Aplicar a engenharia de confiabilidade na manutenção não é uma tarefa simples. No entanto, a empresa pode simplificar o processo com o apoio de métodos e ferramentas. Abaixo, veja os principais:

1. Análise de Weibull

A Análise de Weibull foi desenvolvida em 1937 pelo engenheiro e matemático sueco Ernst Hjalmar. A metodologia consiste em acompanhar dados históricos sobre a vida útil dos ativos, a fim de determinar tendências de confiabilidade e projetar custos para consertos e reparos.

2. Teste de Vida Acelerada

O Teste de Vida Acelerada serve para identificar o tempo em que um ativo ou componente pode vir a falhar. Consiste em deixar o item sob pressão, tensão, temperatura, entre outras cargas para reduzir seu tempo médio de falhas (MTTF).

3. Análise de Modo de Falhas e Efeitos (FMEA)

A Análise de Modo de Falhas e Efeitos (FMEA) serve para analisar as possíveis falhas de um componente ou produto, e o que podem impactar a empresa. Geralmente, esse teste é aplicado na manutenção como medida preventiva para eliminar erros e melhorar o desempenho do parque fabril.

Como melhorar a confiabilidade dos ativos?

Agora que você já sabe o que é engenharia de confiabilidade e como sua aplicação pode beneficiar a empresa, pode estar pensando: “O que preciso fazer para melhorar a confiabilidade dos ativos?

Além de aplicar a atividade no setor de manutenção, você pode seguir algumas práticas simples como, por exemplo:

  • Aplicar ferramentas que mensuram a qualidade e confiabilidade dos itens;
  • Acompanhar o desempenho de máquinas, equipamentos e componentes, bem como processos e sistemas;
  • Fazer o planejamento de manutenção;
  • Ter a mentalidade voltada para a transformação digital, a fim de buscar a melhoria contínua;
  • Fazer a análise de criticidade dos ativos;
  • Analisar o tempo de vida útil de cada máquina e equipamento;
  • Identificar pontos de melhorias;
  • Investir em um bom software de gestão de manutenção.

Viu só como aumentar a confiabilidade dos ativos não precisa ser difícil? Se você ainda não conhece uma solução capaz de ajudá-lo a identificar falhas, realizar análises e promover melhorias, acesse agora mesmo a página do Keepfy e veja, na prática, como essa super ferramenta pode simplificar sua gestão!

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