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Artigos sobre Manutenção Industrial e Gestão de Ativos

Por que adotar a manutenção corretiva como padrão pode ser um risco

Guilherme Bogo
Escrito por Guilherme Bogo em 1 de outubro de 2020
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Manter o chão de fábrica funcionando pode ser um desafio para aqueles que não sabem como realizar a manutenção de ativos corretamente. Cada equipamento possui uma particularidade única no processo produtivo. Logo, escolher o tipo ideal de manutenção é importante.

A maioria dos profissionais de gestão está acostumada a realizar a Manutenção Corretiva nas fábricas, onde se espera a ocorrência de uma falha para só então buscar uma solução. Porém, será que só esse tipo de manutenção é indicado para as empresas que esperam se sobressair?

Veja, neste post, porque adotar a Manutenção Corretiva pode ser um risco e qual é a importância de avaliar outros tipos de manutenção. Também, qual é a tecnologia para manutenção que já está disponível para ajudá-lo a otimizar ainda mais controle de ativos.

Por que adotar a manutenção corretiva como padrão pode ser um risco

Manutenção Corretiva: por que adotá-la pode ser um risco?

A Manutenção Corretiva é o tipo de manutenção mais antigo que existe. Desde antes da Segunda Guerra Mundial até os dias de hoje é realizada nos equipamentos para corrigir falhas, quebras ou defeitos. Pode ser dividida em Manutenção Corretiva Não Planejada e Manutenção Corretiva Planejada.

Manutenção Corretiva Não Planejada é utilizada quando há a necessidade de realizar alguma correção aleatória. Ou seja, aquelas falhas que colocam os equipamentos fora de operação. Essa modalidade acaba sendo bastante custosa, uma vez que demanda tempo e pode levar à perda da produtividade.

Já a Manutenção Corretiva Planejada é realizada quando é detectada a perda de performance do ativo. Nesse caso, é possível antecipar o problema e programar e planejar a intervenção. Diferente da modalidade anterior esse tipo é mais barato. Porém, também pode gerar perdas pela queda de desempenho do equipamento.

No entanto, e embora seja uma das modalidades mais conhecidas, a Manutenção Corretiva está longe de ser a mais indicada para os negócios. E isso porque ela praticamente não oferece vantagens, já que só visa corrigir falhas e recuperar o funcionamento dos ativos.

Quando a empresa adota esse tipo de manutenção como padrão, ela pode estar colocando em risco toda a produtividade e os resultados. Uma vez que precisa esperar o problema acontecer para só então buscar uma solução, as máquinas podem deixar de realizar as atividades e assim retardar os ganhos.

Como deve ser realizada em caráter de urgência, a Manutenção Corretiva pode acabar prejudicando o caixa da empresa. Também ocasionar danos auxiliares (quando uma pequena falha se transforma em um problema mais urgente) e desperdício de tempo para reparar o maquinário.

A importância de avaliar outros tipos de manutenção

Além da Manutenção Corretiva, as empresas podem recorrer a outros dois tipos de manutenção para manter o chão de fábrica funcionando.

A Manutenção Preventiva por exemplo, que têm como finalidade evitar quebras e o aparecimento de falhas, é uma modalidade conhecida e que vem sendo bastante utilizada. Nesse caso os procedimentos preventivos são realizados periodicamente, o que garante o funcionamento mais eficaz dos equipamentos.

Por se tratar de uma manutenção totalmente planejada, essa modalidade evita paradas para reparos, quedas de rendimento e diminui os custos relacionados à manutenção. Também ajuda a empresa a aumentar a vida útil dos bens e reduzir os riscos de acidentes e degradação dos equipamentos.

A Manutenção Preditiva, considerada a manutenção mais moderna entre os três tipos, têm como propósito indicar, por meio da tecnologia, as condições reais de funcionamento e desempenho das máquinas. Em outras palavras, possibilita que as empresas monitorem os seus ativos em tempo real.

Acompanhando os indicadores e métricas, o gestor da manutenção consegue monitorar e avaliar a degradação das máquinas. Isto é, pode impedir que ocorram falhas, paradas e perdas na produtividade. O mais interessante nessa modalidade é que a manutenção de ativos pode ser realizado de forma remota.

Com a tecnologia para manutenção, a empresa é capaz de prever as intervenções nas máquinas, eliminar as inspeções físicas e reduzir os custos. Não só isso, pode também minimizar as intervenções corretivas, garantir a funcionalidade dos equipamentos e até aumentar a sua vida útil.

Se a empresa quer mesmo se destacar no mercado competitivo, precisa compreender que avaliar e escolher o tipo ideal de manutenção para cada equipamento é, também, uma ação estratégica. Que essa decisão pode influenciar na produtividade e impactar, significativamente, todos os resultados.

Matriz de criticidade de manutenção

Nem todos os equipamentos possuem a mesma finalidade. Alguns podem ter mais relevância enquanto outros são utilizados esporadicamente. Saber identificar a criticidade de cada ativo, isto é, definir o que é prioridade dentro da indústria, pode ajudar a empresa a determinar qual é o tipo de manutenção a ser utilizado.

Ela pode adotar algumas técnicas para classificar os ativos, como é o caso do método ABC, para esclarecer quais são as máquinas que desempenham um papel mais necessário no processo produtivo. A empresa pode relacionar os equipamentos por:

  • Alta criticidade: Ativos de extrema importância que são classificados como equipamentos de risco operacional. Ou seja, a fábrica depende deles para dar continuidade à produção.
  • Criticidade moderada: Aqueles que não causam paradas e nem trazem consequências relevantes ao processo produtivo.
  • Equipamentos de baixa criticidade: Equipamentos em que a manutenção pode ser feita com tranquilidade.

Uma vez que tenha sido classificado quais são os ativos mais críticos, a empresa será capaz de definir quais são os equipamentos que requerem Manutenção Preditiva, Manutenção Preventiva ou Manutenção Corretiva.

Assim que adotada a manutenção correta para cada equipamento, todos os profissionais dentro da fábrica serão capazes de desempenhar as atividades do campo fabril com mais segurança, eficiência e qualidade.

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